Informação clara sobre câncer feminino e oncologia
Artigos escritos com a mesma proposta do atendimento: ciência avançada e cuidado humanizado.
Tamoxifeno ou inibidor de aromatase: quem toma qual?
Entenda quando cada hormonioterapia é indicada, conforme a menopausa e o risco de recaída.
Ler artigo →Efeitos colaterais da hormonioterapia: como lidar e por que não abandonar
Ondas de calor, dores articulares e outros efeitos: como lidar sem abandonar o tratamento.
Ler artigo →5 a 10 anos de tratamento: por que tanto tempo?
O benefício da hormonioterapia é progressivo. Entenda quando o tratamento se estende até 10 anos.
Ler artigo →Imunoterapia funciona para câncer de mama? Para quem é indicada
A imunoterapia tem indicação mais consolidada no câncer de mama triplo-negativo. Entenda quando é usada.
Ler artigo →Recidiva local x metástase: qual a diferença?
Recidiva local e metástase não são a mesma coisa. Entenda a diferença e como cada uma é tratada.
Ler artigo →Estágio I, II, III, IV: o que muda no tratamento?
O estágio orienta a ordem e o tipo de tratamento do câncer de mama. Entenda a diferença entre cada um.
Ler artigo →Por que algumas pacientes fazem quimio antes da cirurgia?
Entenda a quimioterapia neoadjuvante: quando é indicada e o que ela revela sobre o tratamento.
Ler artigo →A famosa quimio vermelha: o que é e por que ela tem essa cor
As antraciclinas têm cor vermelho-alaranjada. Entenda o porquê e como é feito o acompanhamento cardíaco.
Ler artigo →5 mitos sobre quimioterapia que assustam à toa
Queda de cabelo, náusea, imunidade: separe o mito da realidade sobre a quimioterapia.
Ler artigo →Além da quimio: os "mísseis teleguiados" contra o câncer
Entenda como os anticorpos conjugados agem no câncer de mama HER2 positivo e triplo-negativo.
Ler artigo →5 sinais de câncer de mama além do nódulo
Pele, mamilo, secreção e caroço na axila: as alterações que merecem avaliação mesmo sem nódulo.
Ler artigo →Por que duas mulheres com câncer de mama fazem tratamentos diferentes?
Tipo do tumor, estágio e perfil da paciente: como o tratamento é individualizado.
Ler artigo →Amamentação e câncer de mama: qual é a relação real?
O que os estudos mostram sobre a proteção da amamentação, e por que ela reduz o risco sem eliminá-lo.
Ler artigo →Depressão no câncer de mama: frequência, impacto e como é feito o rastreamento
Até 3 em cada 10 pacientes desenvolvem depressão durante o tratamento — e isso afeta a adesão e a sobrevida. Veja como o rastreamento precoce muda esse cenário.
Ler artigo →5 sinais de alerta do câncer de endométrio
O câncer ginecológico mais comum é também um dos que mais avisa antes. Conheça os 5 sinais que merecem investigação.
Ler artigo →Imunoterapia no câncer de endométrio: o que esperar do tratamento
Como é a aplicação na prática, os efeitos colaterais mais comuns e como saber se o tratamento está funcionando.
Ler artigo →Setembro em Flor: o que é essa campanha e por que ela importa
O mês de conscientização sobre os cânceres ginecológicos: colo do útero, ovário, endométrio, vulva e vagina. Entenda por que cada um pede uma atenção diferente.
Ler artigo →Microbiota vaginal e recorrência do câncer de colo do útero: o que a ciência mostra
Novo estudo de 2025 liga a composição da microbiota vaginal, a persistência do HPV e o risco de recorrência após o tratamento.
Ler artigo →Câncer de vagina: sintomas, prevenção e tratamento
Sangramento vaginal anormal é o sintoma mais comum. Veja quando investigar, como prevenir e como funciona o tratamento.
Ler artigo →Câncer de vulva: sintomas, prevenção e tratamento
Coceira vulvar persistente é o sintoma mais comum. Veja as duas vias biológicas da doença, prevenção e tratamento.
Ler artigo →Nódulo na mama: quando é motivo de preocupação?
A grande maioria dos nódulos mamários não é câncer, mas todo nódulo novo merece avaliação médica. Veja quais sinais aumentam a atenção clínica.
Ler artigo →Mamografia: a partir de que idade começar e com que frequência
NCCN, ASCO e SBOC recomendam mamografia anual a partir dos 40 anos para risco médio. Veja quando começar mais cedo.
Ler artigo →Autoexame das mamas: passo a passo e o que observar
A "consciência mamária" substituiu o autoexame rígido mensal nas diretrizes atuais. Veja como praticar e o que ela não substitui.
Ler artigo →Histórico familiar de câncer de mama: quando fazer teste genético (BRCA1/2)
Entre 5% e 10% dos casos estão ligados a mutações herdadas. Veja quando a NCCN recomenda avaliação genética.
Ler artigo →Câncer de mama tem cura? O que diz o estágio do diagnóstico
Sobrevida em 5 anos: ~99-100% na doença localizada, ~30% na metastática. O diagnóstico precoce muda tudo.
Ler artigo →Diferença entre nódulo benigno e maligno na mama
A maioria dos nódulos mamários é benigna, mas só a biópsia confirma com segurança. Veja os achados que aumentam a suspeita.
Ler artigo →Quimioterapia no câncer de mama: como funciona e efeitos esperados
Neoadjuvante, adjuvante ou na doença metastática: veja como a quimioterapia é decidida e os avanços no suporte aos efeitos colaterais.
Ler artigo →Reconstrução mamária: quando é indicada e como funciona
A reconstrução deve ser oferecida à maioria das mulheres após mastectomia. Veja as técnicas disponíveis e o papel da radioterapia.
Ler artigo →Câncer de mama em mulheres jovens: existe risco?
Tumores diagnosticados antes dos 40 anos têm maior chance de serem mais agressivos. Veja os fatores de risco e o desafio do diagnóstico.
Ler artigo →Outubro Rosa: mitos e verdades sobre prevenção
Sutiã e desodorante causam câncer de mama? Separando mito de verdade, com base nas diretrizes da NCCN, ASCO e ESMO.
Ler artigo →O que perguntar ao oncologista na primeira consulta
Uma lista de perguntas essenciais sobre diagnóstico, tratamento, efeitos colaterais e prognóstico para levar à primeira consulta oncológica.
Ler artigo →Procedimentos estéticos durante o tratamento oncológico: o que a ciência diz
Botox, preenchimento, peeling, tintura de cabelo, unhas e cirurgia estética: o que a literatura científica realmente mostra sobre cada um — e por que o verdadeiro alerta é a imunoterapia, não a quimioterapia em geral.
Ler artigo →Microbiota vaginal, HPV e câncer: o que a ciência descobriu
Como o equilíbrio da flora vaginal influencia a capacidade do corpo de eliminar o HPV — e o que isso significa pra prevenção e tratamento.
Ler artigo →ADCs direcionados a Trop-2: a nova fronteira no câncer de mama HER2-negativo
Como sacituzumabe govitecana, sacituzumabe tirumotecana e datopotamabe deruxtecana estão mudando o tratamento do câncer de mama triplo-negativo e HR+/HER2-.
Ler artigo →Rastreamento dos cânceres: o que fazer em cada fase da vida
Mama, colo do útero, ovário, endométrio, intestino, pele e pulmão — o que a ciência recomenda, e o que ainda não tem exame indicado.
Ler artigo →Câncer de colo do útero: quando a dor aparece e o que ela significa
Por que a fase inicial costuma ser silenciosa, e o que a dor persistente pode indicar quando finalmente aparece.
Ler artigo →O que esperar da primeira consulta oncológica
Entenda como funciona a primeira avaliação, quais exames podem ser pedidos e como se preparar.
Ler artigo →Câncer de mama: sinais de alerta e importância do diagnóstico precoce
Os principais sinais para ficar atenta e por que o diagnóstico precoce muda o curso do tratamento.
Ler artigo →4 dicas para lidar com náuseas durante a quimioterapia
Ajustes simples na alimentação que ajudam a acalmar o estômago e devolver o prazer de se alimentar.
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Como a vacina do HPV, a imunoterapia e a genotipagem mudaram o acompanhamento da doença.
Ler artigo →Câncer de endométrio: oncologia de precisão e os 4 grupos moleculares
Como a classificação molecular do tumor e a imunoterapia definem o melhor tratamento hoje.
Ler artigo →Como saber se a imunoterapia vai funcionar: biomarcadores do pembrolizumabe
Os indicadores (MSI-H/dMMR, PD-L1, TMB e outros) que ajudam a prever a resposta ao tratamento.
Ler artigo →O que o seu corpo está sussurrando? Sinais do câncer de ovário
Os sinais sutis do câncer de ovário e por que a persistência dos sintomas é o que importa.
Ler artigo →Tratamento do câncer de ovário: cirurgia, quimioterapia e terapias-alvo
Cirurgia citorredutora, carboplatina + paclitaxel, manutenção com PARP/bevacizumabe e manejo da recidiva.
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